Não estou bem certa, mas estou bastante agradecida pela minha tendência a ficar calada, sempre que possível. Não que seja uma qualidade, mas ultimamente a falta de empatia anda proporcional à quantidade de falas. Estranho, já que as pessoas em geral adoram conversar, socializar, saber da vida alheia e tudo o mais. Mas é o caso. Muita gente me cobra um pouco mais reação, mais interesse em ouvir e ser ouvida, mas sinceramente, ouvir até vai, eu curto, apesar de nunca saber como ajudar, se for preciso; mas ser ouvida, não, eu não gosto. Quer dizer, às vezes eu até pego algum pra condenado e jogo todas as minhas lamentações, mas é coisa de um ou outro pobre ser [né], eu odeio, de verdade, ficar papeando sobre minha vida no meio de muita gente, tipo na sala de aula ou no trabalho. Incomoda-me saber que tem gente que conhece meus problemas. Enfim, já estou me desviando do início; o fato é: fale menos e sofra menos. Pessoas que falam demais dão dor de cabeça. Acho que estou escrevendo demais sobre isso, já estou repetindo coisas e isso é característica de quem fala muito.
E olha só que legal, a cultura me fazendo desbravar a metrópole [isso soa muito estranho, “a metrópole”]: só pra assistir a um concerto da Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul, viajei de trem [grande coisa, tem gente que faz isso todos os dias, mas ah, eu não], quase me perdi na estação, e passei um frio terrível. Mas conheci a cidade do bom IDH e tals. Segundo os amigos que foram junto. Foi bacana, uma apresentação bem Tom & Jerry, e com um menininho do meu lado falando pro avô que estava com sono, bem no final de umas das partes, pra todos ouvirem. Adoro crianças.
Estou com muitas coisas fúteis pra escrever aqui, mas ah, preguiça grande. E minha cota de papo inútil já acabou faz tempo.
pouco estressada vc ta xP
ResponderExcluirboa segunda, melhor, terça pra vc tbm =)